O Fim
Do outro lado da rua ela ouvia gritos de um casal brigando. Todos pararam pra olhar tal cena e uma sombra de preocupação parecia cercar todas as pessoas com este fato. Ela se assustou com isso, afinal não parecia nada demais e ninguém costuma se preocupar de tal maneira com briguinhas de casal. Ela percebeu que a preocupação era sua. Estava preocupada e assustada.
Ele estava no prédio. Ela olhava para a janela enquanto seus papéis voavam. Pegou seu telefone e ligou para ele dizendo que a esperasse, quis dizer que o amava e que não estariam como aquele casal, mas apenas desligou o telefone e foi ao encontro dele.
De repente, por trás do prédio, uma enorme onda se formou vindo não se sabe de onde e todos começaram a correr. Uma amiga apareceu do nada e pegou a sua mão dizendo: Não dá tempo de encontrá-lo, temos que fugir ou vamos nos afogar.
Ela então não conseguiu se mover. Olhou para a onda que começava a invadir todo o lugar e disse: Não adianta fugir...é o fim...e quando a água chegou ela não hesitou e se deixou afundar...chegou a pensar nele, se o veria de novo, e se pudesse escolher e começar de novo, se faria tudo do mesmo jeito... e então, dando um salto para fora da água, um pensamento a salvou.
Percebeu que nada era real, e que ela podia escolher sobreviver a isto.
Nani


Já entendi onde entram as Margaritas aí...
ResponderExcluirkkkkkkkkkkk... pois é, depois de algumas margaritas podem rolar uns devaneios assim msm.
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